Doença Arterial Periférica — Angioplastia e Bypass
A doença arterial periférica (DAP) é a principal causa de amputação de membros inferiores no Brasil. Diagnóstico e tratamento endovascular e cirúrgico em Santarém-PA. Em casos de isquemia crítica, contato imediato pelo WhatsApp. CRM-PA 9210.
Emergência vascular
Dor em repouso no pé, úlcera que não cicatriza ou escurecimento dos dedos são sinais de isquemia crítica — emergência vascular. Contato imediato pelo WhatsApp.
Falar pelo WhatsAppO que é
A doença arterial periférica (DAP) é causada pelo estreitamento ou obstrução das artérias que irrigam os membros inferiores, principalmente por aterosclerose. O espectro clínico vai da claudicação intermitente (dor ao caminhar que melhora com repouso) até a isquemia crítica (dor em repouso, úlceras ou gangrena com risco de amputação).
O diagnóstico é confirmado pelo índice tornozelo-braquial (ITB) e mapeamento arterial por duplex ou angiotomografia. O tratamento depende do estágio clínico: otimização de fatores de risco e reabilitação para claudicação leve; revascularização endovascular (angioplastia com ou sem stent) ou cirúrgica (bypass) para isquemia crítica.
Isquemia crítica é uma emergência vascular. A janela de salvamento do membro é de horas a poucos dias — o encaminhamento imediato ao cirurgião vascular é determinante para evitar a amputação.
Quando é indicado
- Claudicação intermitente limitante com ITB < 0,9
- Dor em repouso (isquemia crítica estágio III de Fontaine)
- Úlcera isquêmica ou gangrena de membros inferiores (estágio IV)
- Lesão arterial traumática
- Diabetes mellitus com DAP associada — alto risco de amputação
- Pré-operatório de cirurgia cardíaca ou aórtica com DAP significativa
Como é realizado
A angioplastia transluminal percutânea (ATP) é realizada por cateterismo: o cirurgião acessa a artéria femoral na virilha, avança um cateter-balão guiado por fluoroscopia até a lesão, infla o balão para dilatar a estenose e, quando necessário, implanta um stent para manter o vaso aberto. Procedimento com alta hospitalar em 24 a 48 horas.
O bypass arterial é a alternativa cirúrgica para lesões longas ou sem condições técnicas para angioplastia. Uma veia do próprio paciente (safena) ou prótese de PTFE é usada para contornar o segmento obstruído. A escolha entre angioplastia e bypass depende da extensão e localização da lesão, avaliada pela angiotomografia.
Recuperação e acompanhamento
Após angioplastia: alta em 24–48h, retorno às atividades em 1 semana, antiagregação plaquetária permanente. Após bypass: internação de 3 a 5 dias, retorno às atividades leves em 3 a 4 semanas. Controle com duplex arterial em 1, 3 e 6 meses e anualmente.
Perguntas frequentes
Tem dúvidas sobre Doença Arterial Periférica — Angioplastia e Bypass?
Agende uma avaliação com Dr. Alberto Jose Pinto Ferreira — CRM-PA 9210